Arquivo do mês: agosto 2009

Aquecimento Garimpo 2009

Chega à sua 3ª edição, o festival Garimpo, organizado pela linda equipe do Alto Falante!

Sobre ele falaremos mais tarde!

Esse post é pra informar sobre a festa de aquecimento pro festival! Porque na verdade a gente gosta de inventar motivo pra cair na farra, né?!

aquecimento garimpo

Então tá marcado!

Até 5ª feira!!!

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Arquivado em festival, fim de semana, música

Desejo!

Não, esse post não é resultado de uma tpm que me faz querer todos os chocolates do mundo nesse exato minuto!

É só um registro do meu mais novo sonho de consumo! O bom é que sou pouco pretensiosa e esse sonho é facinho de se tornar realidade!

absolut_rock_edition_0A mais recente edição especial da vodca Absolut tem essa roupinha de couro com tachinhas, que tem sido o último grito (!) da moda! Quanto mais rocker, melhor! Essa embalagem foi criada pela designer belga Natalia Brilli e promete estar nas prateleiras gringas no final de setembro!

A minha esperança mora nos free-shops espalhados por aí, já que foi num deles que adiquiri a versão Masquerade!

"Cause everynight is a masquerade"

"Cause everynight is a masquerade"

Quem for passar por free-shops depois de setembro fique de olho e me avise se elas já estiverem disponíveis!

Beba com moderação!

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Popload Gig II

E a Luluzinha não pára!!!

Acabo de chegar da Cidade Maravilhosa, que recebeu a segunda edição do Popload Gig, festival realizado pelo jornalista Lúcio Ribeiro. Os arcos da Lapa serviram de cenário para as apresentações do Brollies & Apples, Copacabana Club e Friendly Fires, que tocaram no Circo Voador.

O formato do festival é bem bacana, uma banda de fora que está despontando e mais duas nacionais que também vêm se destacando e têm sonoridades semelhantes.

O Brollies & Apples é a banda dos casais Bianca Jhordão e Rodrigo Brandão, que tocavam no Leela e Carol Teixeira & Fredi “Chernobyl” Endres, que tocava no Comunidade Nin-jítsu. Como eles mesmos definem, são uma orgia organizada! No palco, muitos amassos dos casais, muita champa e muita farra. O som, um eletro bem marcante, com os integrantes se revezando entre bateria, guitarras, vocais e sintetizadores.

brolliesapples

Depois deles, foi a vez do Copacabana Club subir ao palco. Antes do show gravei uma entrevista rápida com o pessoal, e a matéria poderá ser conferida em breve no Alto Falante. Eles são do Paraná, ainda não têm um álbum completo, mas graças ao MySpace e a um clipe super bacana do single Just do It têm sido bastante citados pela crítica especialiazada. A música é uma delícia, e o show inteiro tem um clima meio eletro-tropical, se é que isso existe! Além de bons músicos, são todos muito simpáticos! Sucesso para eles!

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E fechando a noite, eles, minha nova banda preferida do último ano (!), os ingleses Friendly Fires! Tive a sorte de assistir a 3 apresentações dos caras em menos de 2 meses, e parece que elas foram ficando melhores! O show de ontem foi lindo e o público estava insano, cantando todas as músicas! E de tanta energia, Ed, o vocalista de quadris soltinhos, foi parar no meio da galera no final do show! Falando em Ed, estava andando pelo Circo e de repente dou de cara com ele! Cercado por fãs e groupies (carapuça quase servindo), mil sorrisos e simpatia. Interrompi o momento tietagem da galera porque afinal, estava a trabalho e não é em todo show que a gente topa com o vocalista da banda principal assim, dando sopa! Perguntei se poderia gravar uma entrevista rápida e ele super topou! Ele foi um fofo, super solícito, e que olhos esse menino tem!!! Mas, depois de ontem, elegi meu novo muso-guitarrista: o xará dele e seu colega de banda, Edd! Quanto charme! Tirei tantas fotos dele que daria pra fazer um book! Em breve um post só sobre ele!

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muso

muso

Agora que recuperei minha câmera fotográfica com todas as fotos da Espanha já posso fazer um post-resumão do festival internacional de Benicássim! Em breve…

Aaaaaah!!! E o Rio de Janeiro continua lindo!

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Eurockeennes de Belfort – dia 3

Depois de mais uma longa ausência, chega, finalmente o 3º dia de Eurockeennes!!! A primeira parte da matéria, inclusive, já foi ao ar no Alto Falante (tv) e deve entrar no site essa semana, e no próximo domingo, dia 16, vocês podem assistir à segunda parte! Mas por aqui eu já adianto como foi o terceiro e último dia do festival!

Antes de irmos para o local dos shows, fomos para a vielle ville de Belfort (tô me achando com o francês! Vielle ville é a parte antiga da cidade!) gravar umas passagens para o programa. Recebemos um ótimo convite para um almoço da produção do festival, já na beirada do lago Malsaucy, mas do lado oposto aos palcos! É claro que fomos! Tudo muito lindo, muito bom, muito bem servido (quase me embebedei de champa por causa da beleza do garçom!) e com aquela paisagem já descrita em posts anteriores!!!

Palco La Plage visto por outro ângulo e a galerinha reunida no almoço especial!

Palco La Plage visto por outro ângulo e a galerinha reunida no almoço especial!

Depois da boca livre fomos trabalhar! O primeiro show do dia foi da banda Stuck in The Sound, francesa, que faz rock em inglês e tem um vocalista português! Mais uma boa surpresa que o Eurockeennes nos proporcionou, pois o som dos meninos é muito bom, assim como a presença de palco deles. Destaque para José, o vocalista lusitano que depois do show bateu um papo super legal com a gente . A matéria sobre o grupo vai ao ar no próximo programa, no domingo, dia 16 de agosto, às 14h30 na Rede Minas. Para quem não é de Minas Gerais (pretensão mode on!) o programa pode ser visto na semana seguinte no nosso site!

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Depois do show e entrevista do Stuck in the Sound, fomos para o palco principal conferir a dupla Rodrigo y Gabriela, do México que tocam violões. E só! E mandam muito bem, o som que fazem é muito envolvente e é difícil não se sentir hipnotizado pela energia deles! Em determinado momento a Gabriela vai tomar uma aguinha nas cochias e Rodrigo fica sozinho, naquele palco imenso do Grand Scene, emendando riffs de Jack White a Michael Jackson! Muito bom!

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O próximo show no line up seria dos franceses do Gojira, uma banda de metal, talvez a responsável pela massa de camiseta preta num dia tão quente como foi o domingão em Belfort! Maaaaas, antes de ir para o palco Grand Scene recebi a notícia de que o grupo Phoenix tinha topado dar uma entrevista pro Alto Falante, e euzinha aqui faria a entrevista!!! Sou muito fã da banda, e fiquei ainda mais fissurada depois do lançamento do 4º álbum deles, Wolfgang Amadeus Phoenix. Então já podem imaginar a minha alegria em conversar com os caras!!!

O resultado do bate papo poderá ser visto em breve no programa!

Portanto, pulei o show do Gojira e me preparei para o show dos meus mais novos amigos! (pretensão mode on again!) E valeu à pena cada minuto que fiquei lá! Abriram com Lisztomania, o hit do disco novo e depois foi sucesso atrás de outro, com músicas de todos os discos dos caras. Um dos meus preferidos de todo o festival!

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Por ser o último dia do festival, o cansaço já estava começando a incomodar, e como a jornada européia ainda seria loooonga e de muito trabalho, resolvi pegar mais leve nas andanças de um palco para o outro. Depois que me esbaldei no show do Phoenix resolvi descansar um pouco antes de encarar meu último show do Eurockeennes!

E o escolhido foi Just Jack, o inglês que canta Starz in Your Eyes! Infelizmente o palco estava muito escuro e quase não consegui tirar uma fotozinha sequer! E quando me dei conta disso e de que estava no último show do festival, resolvi guardar a câmera e curtir! Ele é completamente diferente do que eu imaginava, branquelo e magrelo, quase um Eminem, mas sem aquela atitude toda!

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Foi uma boa maneira de fechar um excelente festival! Adorei minha estréia no festival, minha estréia na Europa… Que venham os próximos!!!

E em breve, mais novidades legais sobre a viagem, a passagem por Paris, e pelo festival de Benicassim na Espanha!!!

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Eurockeennes de Belfort – dia 2

Continuando com os resumões do Eurockeennes!!!
Dia 2 –

Chegamos ao Eurockeennes de Belfort em cima da hora para o show do Peter Bjorn & John, o trio sueco responsável por aquela música do assovio, também conhecida como Young Folks, conhecem? Não pegamos o show inteiro, uma pena… O vocalista, Peter, parecia um… um… acho que um smurf, com aquela roupinha azul e frenético se jogando na galera! Fecharam o show com Objects of My Affection (que por ironia é a música que abre o disco Writer’s Block!) sendo ovacionados pelo público que lotava a tenda do Chapiteau.

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Em seguida fomos para o palco La Plage, ver a apresentação dos simpáticos dinamarqueses do Asteroids Galaxy Tour, nome que eu demorei um bom tempo para decorar para gravar uma passagem pro programa! A área do palco La Plage em si e a varandinha VIP à qual tínhamos acesso tornavam o ato de prestar atenção no show propriamente dito algo bem difícil! O visual maravilhoso, os franceses maravilhosos, a área VIP com sofás e gente pra bater papo… Então confesso que não fiquei muito atenta à apresentação do A.G.Tour… mas o som parecia ser bem simpático!

O show e a vista... concorrência desleal!

O show e a vista... concorrência desleal!

Depois do La Plage corremos de volta pro Chapiteau para ver o show do Tricky. O cara, que fisicamente se parece com o Ja Rule, faz uma mistura de rock e hip hop, mas na hora que chegamos à tenda a psicodelia era tanta que não animei ficar muito tempo… Mas pelas imagens do nosso cinegrafista deu pra ver que na hora que ele canta mesmo é uma festa boa! Impressionante o tanto que os franceses se ligam em hip hop. A tenda estava concorridíssima! A foto lindona abaixo foi tirada pelo Terence Machado, vulgo Boss!

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Saindo do Tricky e voltando para o La Plage (era um magnetismo inexplicável!), chegou a hora da La Roux subir ao palco. Não conheço muitas músicas dela, mas a garota que parece garoto tem sido muito citada na mídia, e por isso fiquei curiosa para vê-la. Decepção… o show foi bem fraquinho!

laroux

Seguimos para o palco principal, Grande Scene, para conferir o show da Olivia Ruiz. A francesa com ascendência espanhola faz um som “chanson française” mais moderno, com s0noridades pop e abusa do charme durante a apresentação. Ou seja, balança a saia, levanta a saia, faz caras e bocas! Ela foi “descoberta” em 2005, quando participou de um reality show francês chamado Star Academy, tipo uma versão gringa para o Ídolos.

fotos por Andytrax e Terence Machado

fotos por Andytrax e Terence Machado

Continuando a maratona musical, era a hora de ver a picaretagem de Peter Doherty entrando em ação. O músico, barraqueiro profissional e ex-namorado da Kate Moss até tenta enganar o público com letras melosas, voz e violão e bailarinas clássicas subindo na ponta dos pés com collants feitos com a bandeira da Inglaterra. Algo de um mau gosto inenarrável, tipo aquelas dançarinas do Gugu que adaptam a coreografia de acordo com o ritmo da música e parecem estar sempre em câmera lenta!!! Não durei mais de 2 músicas na tenda!

Imagem: divulgação

Imagem: divulgação

De um canastrão a outro, saí do P. Doherty para assistir ao show do Kanye West. Já tinha visto o rapper no ano passado, quando ele se apresentou no Tim Festival sozinho em cima do palco, escondendo os músicos e toda a sua parafernália técnica embaixo do cenário da sua epopéia pelo espaço. Dessa vez o egoísmo foi um pouquinho menor, o palco era até bem decorado, e os músicos tavam lá, assim como seus backing-vocals. E eu estava gostando do show, mãozinhas pro alto em Touch the Sky, remelexos em Gold Digger e jogação em American Boy. Mas quando 4, eu disse QUATRO modelos semi-nuas e com pinturas corporais dignas de Hans Donner entraram no palco, ajoelharam em rodinha em volta do rapper e ficaram paradinhas como estátuas da metade do show pra frente eu não dei conta. Não quis contribuir com o egocentrismo dele assim, de graça! Nem foto animei de tirar,e quando fui procurar no site do festival as fotos oficiais, que surpresa, elas não estão lá. No mínimo Kanye não permitiu que momentos tão singelos fossem resgistrados! Mas um furo jornalístico acaba de acontecer, já que sr. Boss agiu clandestinamente!!!

foto por Terence Machado

foto por Terence Machado

Passado o susto provocado por Kanye West e seus colegas de palco, chegou o momento mais esperado do festival, pelo menos pra mim! Era a hora do Friendly Fires subir ao palco do… La Plage!!! Dessa vez eu abri mão da varandinha VIP e do visual para poder ficar bem na frente do palco! Eu adoro a banda inglesa, acho suas músicas super dançantes e piro ao som e Paris, porque “one day, we’re gonna live in Paris/I promisse/Im on it!”. Bastou falar de Paris pra ganhar minha simpatia! No início o som não estava ajudando muito, a voz de Ed estava muito baixa. Já os quadris do vocalista se remexiam loucamente durante todo o show! Chega a ser cômico o tanto que ele dança no palco! Tocaram todo o primeiro álbum, fechando com Ex Lover, e com direito a música nova no meio do set list. Kiss of Life é quase um momento Timbalada meets indie inglês, bem legal!

foto por Terence Machado

foto por Terence Machado

Segundo dia fechado ao som de Friendly Fires dá um ânimo a mais para enfrentar a loooonga volta pras humildes acomodações em Belfort!

Em breve, o 3º e último dia do Eurockeennes!

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Eurockeennes de Belfort – o festival

Dando prosseguimento aos posts europeus, agora é hora de contar um pouco sobre o festival Eurockeennes de Belfort, que esse ano chegou à sua 21ª edição!

A mesma angústia que toma conta de mim quando me dou conta de que é impossível ouvir tudo que eu baixo da internet, assistir tudo que está em cartaz, encontrar com todas as pessoas que eu gostaria, aparece também quando vou a festivais de grande porte. São muitas bandas, muitos palcos, grandes distâncias entre um e outro, além do cansaço que é ainda mais intenso quando se está a trabalho! (Aquela cervejinha providencial doadora de energia tem que ser deixada de lado!)

No caso do Eurockeennes eram 5 palcos! Com shows rolando simultaneamente em todos eles, ou seja, impraticável conferir todos… Mas com o line-up em mãos fiz a minha seleção e seguem abaixo os shows que mais gostei!

1º dia –

De cara, o primeiro show que vimos foi do trio inglês The Noisettes. Uma ótima maneira de receber as boas-vindas, porque a apresentação foi bem legal, com músicas dançantes e uma frontwoman com uma energia sem fim! Shingai Shoniwa, a vocalista, merece prêmio por maior presença de palco. Ponto para as meninas!!! Aliás, o primeiro ponto de vários que elas levaram, já que a mulherada fez muito bonito nesse festival!

Shingai Shoniwa, musa do Noisettes

Shingai Shoniwa, musa do Noisettes

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Seguindo com o momento girl power, o próximo show conferido foi do Yeah Yeah Yeahs. Não sou nada fã da banda, muito menos do úlitmo álbum deles, mas Karen O merece um certo destaque pela sua postura durante as apresentações. É outra que não pára um minuto, dificultando o trabalho da fotógrada amadora aqui!

Karen O ligada na tomada

Karen O ligada na tomada

Na sequência teve shows do Cypress Hill e do Prodigy, com direito a The Kills entre um e outro. Desisti de enfrentar a massa francesa que se amontoava entre o palco do Cypress Hill e o do Kills porque já vi a dupla ao vivo em outro festival e porque não curto nem um pouco o som deles (e tenho ciúmes da Alison “VV” Mosshart, tocando com Jack White no Dead Weather!).

Tinha uma multidão assistindo ao show do Cypress Hill, que emendava uma apologia à maconha atrás da outra, acendendo o próprio cigarrinho de artista entre as rimas!! De onde estava mal conseguia enxergar os caras, que dirá fotografá-los, mas o show foi bem legal, e Superstar trouxe lembranças de uma época perdida por aí!

Haja zoom pra enxergar os caras! E haja tripé pra conseguir estabilizar a câmera no meio da quase-cama elástica que era o lugar!

Haja zoom pra enxergar os caras! E haja tripé pra conseguir estabilizar a câmera no meio da quase-cama elástica que era o lugar!

O show do Prodigy disputa o título de mais elétrico do festival. Muitas luzes, muito barulho e muito francês pirando ao som dos caras. A minha localização nesse show foi a mesma do Cypress Hill, ou seja, nada de fotos legais! Não fiquei até o final porque o show seguinte era do Ting Tings, e nesse eu queria garantir meu lugarzinho no gargarejo! Pra isso eu precisaria enfrentar a tal massa francesa e atravessar a área do festival, já que o palco Chapiteau, onde o Ting Tings tocou era láááá do outro lado!

Enfim, bem posicionada para o Ting Tings, presenciei um momento curioso. Tinha uns tiozinhos vendendo balões de gás com os mais diversos personagens, Hello Kitty, Homem-Aranha, motoqueiro, mas os “hits de hélio” eram mesmo Bob Esponja e Patrick! Um pouco antes da dupla inglesa subir ao palco, era possível escutar uma gritaria em coro seguida por vaias. E como estávamos em território francês há apenas 2 dias, o pouco que eu sabia da língua ainda não estava a vontade para entender o que eles falavam. Foi então que depois de um coro, alguém soltou um balão do Bob Esponja e a galera delirou! E aí tudo fez sentido! “Liberé Bob l’Eponge” era o grito de guerra da turma! Em seguida foi a vez de liberarem Patrick, e essa cena se repetiu por todo o festival!

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Quando todos os Bobs e Patricks já ocupavam o teto do Chapiteau, Jules De Martino subiu ao palco, começou a tocar a base de Walk, e logo em seguida Katie White e todo o seu paetê rosa assumiram os vocais! A mulher não pára um minuto, se revezando entre a guitarra, um bumbo de bateria, tecladinho e sintetizadores. Great DJ veio na sequência e Thats Not My Name fechou a apresentação. Adorei!

ting

E a saga continua…

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